Só sabe Deus a dificuldade horrenda que tenho de fixar a atenção em uma data importante - e somente nesta determinada data. O resultado não são apenas esquecimentos ridículos de aniversário de mês de namoro, mas esquecimentos dessas datinhas banais aos com um alto grau de comprometimento afetivo. Temerário são os pequenos lapsos. Aqueles que nem sequer dou conta que...
Das coisas que realmente devem ser lembradas, em honra da minha sobrevivência, não me assusta eu jamais esquecer de 28 de agosto. Afinal, para isso existe a memória do apego incondicional (acabei de criar isto).
Amanhã é mais um 28 de agosto. E há sete anos eu me lembro religiosamente dessa data como um dia demasiadamente especial. Então eu choro cada vez que chega 28 de agosto e eu não posso te dá um abraço beeeeeeeem apertado e dizer todas essas coisas clichês que tu já sabe. Um tanto de coisas acontecem e eu não estou presente pra vivê-las como em anos atrás. Isso me dói tanto.
Não, não... não é exagero, é urgência. A falta de continuidade da cena anda me fragilizando. Aliás, fragéis são as metáforas que eu sonhei escrever aqui para dizer o quanto és importante pra mim. Ora, tudo que eu pensar em dizer-te vai parecer muito clichê, afinal nunca escondi de ninguém que há um espaço na minha vida que é só teu... aquele espaço intocável em que guardo mais que admiração, respeito e devoção; e é o mesmo espaço que eu preencho de saudade cada vez que recordo as tardes de volta pra casa, as conversas intermináveis, as broncas (poucas, porque eu sou uma boa "filha postiça", rs), os conselhos incomparáveis, as receitas únicas (as melhores do mundo), os risos, a companhia, a amizade, a cumplicidade, os valores, o aprendizado e amor que recebi (o) de você desde o primeiro contato.
São nesses momentinhos que vejo o quanto deveria ter te aproveitado mais.
Amo-te por tudo isso... obrigada por compartilhar comigo essa tua luz tão intensa.
Felicidades, Simaia!
Das coisas que realmente devem ser lembradas, em honra da minha sobrevivência, não me assusta eu jamais esquecer de 28 de agosto. Afinal, para isso existe a memória do apego incondicional (acabei de criar isto).
Amanhã é mais um 28 de agosto. E há sete anos eu me lembro religiosamente dessa data como um dia demasiadamente especial. Então eu choro cada vez que chega 28 de agosto e eu não posso te dá um abraço beeeeeeeem apertado e dizer todas essas coisas clichês que tu já sabe. Um tanto de coisas acontecem e eu não estou presente pra vivê-las como em anos atrás. Isso me dói tanto.
Não, não... não é exagero, é urgência. A falta de continuidade da cena anda me fragilizando. Aliás, fragéis são as metáforas que eu sonhei escrever aqui para dizer o quanto és importante pra mim. Ora, tudo que eu pensar em dizer-te vai parecer muito clichê, afinal nunca escondi de ninguém que há um espaço na minha vida que é só teu... aquele espaço intocável em que guardo mais que admiração, respeito e devoção; e é o mesmo espaço que eu preencho de saudade cada vez que recordo as tardes de volta pra casa, as conversas intermináveis, as broncas (poucas, porque eu sou uma boa "filha postiça", rs), os conselhos incomparáveis, as receitas únicas (as melhores do mundo), os risos, a companhia, a amizade, a cumplicidade, os valores, o aprendizado e amor que recebi (o) de você desde o primeiro contato.
São nesses momentinhos que vejo o quanto deveria ter te aproveitado mais.
Amo-te por tudo isso... obrigada por compartilhar comigo essa tua luz tão intensa.
Felicidades, Simaia!


