Daqui de onde estou posso ser o que eu quiser e não há quem ou o que possa me impedir do contrário. Meu quarto é meu mundo, meu reino. Exijo respeito a mim e a ele, sob pena de ter a cabeça cortada ou, ainda pior, ser malquisto nessas terras.
Daqui de onde estou a gravidade não pesa e o tempo não passa. São meus súditos e parceiros. O dia e a noite são meramente o estado da lâmpada que brilha e aquece, a um único desejo posso mudá-lo. A brisa que sopra ou o furacão que tudo arrasa vem do meu ventilador, responsável também que é do barulho do trovão.
Daqui de onde estou eu escrevo, toco, pinto e bordo como ninguém. Todas as melodias são minhas, todo os sentimentos e desejos também. Sou menestrel e platéia, com direito a aplauso e bis no final. Até me faço de bobo de corte e rio de mim mesma. Acho isso tudo engraçado.
Aqui onde estou sou diplomata e exército, juiz e juri. Minhas decisões são inapeláveis e, por isso mesmo, completas de justiça. Todos são bem vindos até que me mostrem, demostrem e comprovem disposição do contrário. Daí, então, a tranca da porta será serventia do reino (mas pode acontecer um indulto esporádico, sem muita periodicidade).
E se, por bondade desta monarca que vos escreve, lhe for permitido usufrir do conforto e do aconchego da cama, saiba retribuir na mesma moeda. Sinceridade, respeito e um pouco de carinho são sempre bem vindos (melhor se acompanhados de alegria e companheirismo).
Daqui de onde estou tenho tudo que preciso. Vezenquando eu sinto falta de algo e me descubro explorando outros mundos, outros reinos. Invado o covil, enfrento a fera e recolho meu tesouro. Então volto a viver no meu reino. Feliz.
Daqui de onde estou a gravidade não pesa e o tempo não passa. São meus súditos e parceiros. O dia e a noite são meramente o estado da lâmpada que brilha e aquece, a um único desejo posso mudá-lo. A brisa que sopra ou o furacão que tudo arrasa vem do meu ventilador, responsável também que é do barulho do trovão.
Daqui de onde estou eu escrevo, toco, pinto e bordo como ninguém. Todas as melodias são minhas, todo os sentimentos e desejos também. Sou menestrel e platéia, com direito a aplauso e bis no final. Até me faço de bobo de corte e rio de mim mesma. Acho isso tudo engraçado.
Aqui onde estou sou diplomata e exército, juiz e juri. Minhas decisões são inapeláveis e, por isso mesmo, completas de justiça. Todos são bem vindos até que me mostrem, demostrem e comprovem disposição do contrário. Daí, então, a tranca da porta será serventia do reino (mas pode acontecer um indulto esporádico, sem muita periodicidade).
E se, por bondade desta monarca que vos escreve, lhe for permitido usufrir do conforto e do aconchego da cama, saiba retribuir na mesma moeda. Sinceridade, respeito e um pouco de carinho são sempre bem vindos (melhor se acompanhados de alegria e companheirismo).
Daqui de onde estou tenho tudo que preciso. Vezenquando eu sinto falta de algo e me descubro explorando outros mundos, outros reinos. Invado o covil, enfrento a fera e recolho meu tesouro. Então volto a viver no meu reino. Feliz.

