Status: qualificando.
Quinta ou sexta, entrego em definitivo projeto de fazer um campanha decolar. Ontem, recebi a resposta sobre as aulas de inglês. Tudo bem, quero dizer, ela gostou da idéia, eu gostei. Todos gostando, que bom. Bom, alguém disse que é pra ser bom? Não é. Não adiantou entregar o cargo. Eu continuo lá e quero mudar coisas. Eu vejo as coisas mudadas e quero, quem sabe, trocar por outras. Daí eu lembro de um conselho vindo da minha sanidade ["...é você meu lugar quando tudo por um fio está"] para a primeira .a.t.i.t.u.d.e. sensata desde os tempos de politicagem, é que esse conselho, essa voz poderia me ajudar para encerrar uma certa etapa que. Ou seja, eu quero ser o que ninguém mais é, nem mesmo as cabeças pensantes de nossas coligações por (des)amor ao município. Okay, mas é pra ser bom, não é? Alguém não disse isso? Que deveria? Que? Tá. Tem o trabalho e algumas implicações, mas esse assunto cansa, torna minha .c.r.i.a.t.i.v.ê.s. tosca, trôpega. Droga!
E tem um livro lindo que descobri essa semana... catando leituras para fins pessoais, pela primeira vez sentei entre estantes da biblioteca, senti um gosto de estudante-quase-lá, lembrei da "galerinha Tantes" e tááááááá, sim, eu prefiro o grupo de estudo do CEFET mas o café do CEUB era melhor: rá! Isso era.
Mas assim, eu achei esse livro. Livro sobre história política (do Brasil, da América Latina...), me pareceu um apanhado de muitos autores. É um livro que vocês não vão achar em nenhuma livraria, porque nem mesmo o IEL (que lançou) tem mais essa edição. E se acharem, mandem e-mail, porque eu pago fortunas, (isso não é um pedido, é ameaça mesmo). Mas na biblioteca vocês encontram. Nas bibliotecas de nossas instituições de ensino, viu? É. alguém disse, eu nem lembro quando, mas alguém disse, é pra ser bom.

